Hoje, já não somos aqueles dois
miúdos, mas eu ainda anseio por ti no cimo da escada. Hoje ainda és um porto de
abrigo, onde encontro o consolo de todos os devaneios não concretizados. Sei
que esperas por mim, por mais que te zangues com as minhas dúvidas. Sei que
acreditas que fazemos sentido, mesmo quando ninguém está do nosso lado. Mas
sabes, eles acreditam mais em nós do que nós próprios... Como poderemos algum
dia fazer com que resulte?!
Às vezes onde tudo acaba é o exato momento onde tudo recomeça. Onde estou, quem sou, para onde vou....o que é que interessa?! Devaneios, sentimentos, encontros e desencontros...dentro e fora de mim. Hoje. Agora. Por aqui.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
No cimo da escada
Eu e tu no cimo da escada,
escondidos de todos. Ousaste quebrar as nossas regras e sair fora da nossa zona
de conforto. Tive medo da mudança, do desconhecido. Não fora o medo e talvez a
nossa história não se escrevesse por estas linhas. Depressa seríamos apanhados
escondidos por entre as árvores do jardim e seria o início de uma forma
diferente de amizade, em que já nada estava certo e tranquilo.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário