Tudo é relativo, já sabemos.
Tudo deve ser apreciado segundo o seu contexto, as suas circunstâncias, o
seu tempo e lugar. Nada existe só por si, sem ligação ao restante. Eu sou eu com
toda a minha bagagem, as minhas vivências, as experiências boas e más, os
sorrisos, os gritos, a ira, o medo, a tristeza, a saudade, a fraqueza, a
alegria.
E o que tem isto de novo? Qual a conclusão de uma evidência? É fácil, nada.
Absolutamente nada. Estas palavras servem de introito apenas para dizer que
hoje, só queria fechar os olhos, esquecer tudo e aceitar um convite para o sunrise.