"Stop getting involved in relationships for the wrong reasons. Relationships must be chosen wisely. It’s better to be alone than to be in bad company. There’s no need to rush. If something is meant to be, it will happen – in the right time, with the right person, and for the best reason. Fall in love when you’re ready, not when you’re lonely."
(Para a minha querida M.)
Às vezes onde tudo acaba é o exato momento onde tudo recomeça. Onde estou, quem sou, para onde vou....o que é que interessa?! Devaneios, sentimentos, encontros e desencontros...dentro e fora de mim. Hoje. Agora. Por aqui.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Stop trying to hold onto the past...
...you can’t start the next chapter of your life if you keep re-reading your last one.
sexta-feira, 21 de março de 2014
Purgatório das almas sem amor
Com o passar dos dias a angústia por não te ver ficou mais leve; a ansiedade para te ver ficou mais doce. Ontem tiravas-me o fôlego num pensamento; hoje já não assustas o meu ser. O medo da incerteza venceu. Provavelmente foi isso.
Tanto que poderia ter sido o nosso caminho, por entre ruas sem nome, sobre pedras brilhantes de calor, sob um céu azul de maresia. Mas não fomos longe, não chegámos ao início dessa rua. Ficámos ainda na praceta velha e sorumbática, recheada de prédios com a tinta desmaiada e a estalar. Um local onde o cheiro a urina da noite anterior e os copos largados no chão das beatas não deixam dúvidas da sujidade em que nos movemos. O sítio onde ficámos presos, sem que nada verdadeiramente nos segurasse. Uma espécie de purgatório das almas onde ficam aqueles que deixaram passar a oportunidade de se entregarem. De amarem. Secos e sós lá ficámos sem amor. E pior... Sendo obrigados a vermo-nos todos os dias, mudos permanecemos.
A incerteza de um dia tornou-se afinal a certeza de uma vida que podia ter sido e não foi. O medo de ser feliz venceu-nos... E a questão que se coloca é: valerá a pena esta derrota?
Tanto que poderia ter sido o nosso caminho, por entre ruas sem nome, sobre pedras brilhantes de calor, sob um céu azul de maresia. Mas não fomos longe, não chegámos ao início dessa rua. Ficámos ainda na praceta velha e sorumbática, recheada de prédios com a tinta desmaiada e a estalar. Um local onde o cheiro a urina da noite anterior e os copos largados no chão das beatas não deixam dúvidas da sujidade em que nos movemos. O sítio onde ficámos presos, sem que nada verdadeiramente nos segurasse. Uma espécie de purgatório das almas onde ficam aqueles que deixaram passar a oportunidade de se entregarem. De amarem. Secos e sós lá ficámos sem amor. E pior... Sendo obrigados a vermo-nos todos os dias, mudos permanecemos.
A incerteza de um dia tornou-se afinal a certeza de uma vida que podia ter sido e não foi. O medo de ser feliz venceu-nos... E a questão que se coloca é: valerá a pena esta derrota?
sexta-feira, 14 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
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