Hoje continuo a acreditar nisso. Nunca conhecerei o fundo do poço. Porém, a
diferença é que agora sei que somos nós que alimentamos os infindáveis metros
de profundidade do poço, ainda que, inevitável e inconscientemente o façamos
porque faz parte da deturpada natureza humana que integramos.
Mais do que apanágio da vida, decididamente, o poço está em nós. Na nossa
cabeça.(Quatro anos volvidos e este texto continua tão atual....)
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